sexta-feira
Descubra Quais São os Perfumes Masculinos Que Mais Agradam as Mulheres
Le Male e Classique: Duas Almas Gêmeas de Gaultier
| *Classique* by Jean Paul Gaultier |
| *Le Male* by Jean Paul Gaultier |
domingo
J.Lo, Dois Perfumes por Ano

Isabelle Gex, poderosa da perfumaria da Fendi, fala do mercado de luxo e das brasileiras

quinta-feira
Perfumes The Big Pony Collection by Ralph Lauren

#2 A SEDUÇÃO: Notas de Chocolate
#3 A AVENTURA: à base de Gengibre e Menta
#4 O ESTILO: Aroma Contemporâneo para um jovem sofisticado
terça-feira
Perfumes Dior - Estilo e Elegância nos Perfumes

Christian Dior, um dos mais importantes e famosos estilistas mundo à fora, também é reconhecido pelas fragrâncias espectaculares lançados pela Casa Dior, com perfumes ousados de um aroma único.
Desde muito tempo o estilista vem inovando perfumes , transformando-os em objecto de desejos de várias mulheres e homens também, com embalagens tentadoras ele conquistou seu lugar ao sol, nas grifes e nas fragrâncias.
Com uma grande variedade de perfumes femininos e masculinos a dior é uma marca de alto padrão que conquista as pessoas pela variedade de fragrâncias para todos os gostos, possui desde os cheiros mais florais e leves, até os mais fortes com fragrâncias de presença.
Esta marca tem vários perfumes entre os quais: Miss Dior Chérie, Diorling, Poison, J’Adore entre outros que são igualmente muito bons.
domingo
Perfume da Prada Recebe Nova Versão

Perfumes Ralph Lauren

terça-feira
Givenchy - O Mago do Mundo Fashion

Givenchy é mais do que um estilista, é uma lenda. Seu nome está atrelado à sofisticação e ao requinte, ao corte perfeito, ao equilíbrio, acima de tudo. A extrema elegância sempre foi a principal marca das criações clássicas de Hubert de Givenchy, um francês reconhecido mundialmente por seu trabalho coerente e requintado.
A história
O estilista Hubert-James Marcel-Taffin Givenchy nasceu no dia 21 de fevereiro de 1927 na cidade francesa de Bauvais. Filho do marquês Lucien Taffin de Givenchy e de Béatrice de Givenchy, seu avô dirigia uma oficina de tapetes na cidade. Muito cedo ele já demonstrava seu interesse pela moda. Aos dez anos, ao visitar uma exposição de figurinos dos mais famosos estilistas franceses, ele se identificou imediatamente com o universo luxuoso da alta-costura, contrariando o sonho de seus pais, que queriam vê-lo advogado. Não houve tempo para o Direito. Aos 17 anos ele foi direto para a Escola de Belas Artes de Paris e trabalhou com grandes nomes da moda - foi assistente de Jacques Fath, Robert Piguet (em 1946), Lucien Lelong, ao lado de Pierre Balmain e Christian Dior, e, mais tarde, em 1949, braço direito de Elsa Schiaparelli.
Abriu sua própria maison em fevereiro de 1952, localizada no número 8 da rue Alfred de Vigny, na Monceau Plain, a oeste de Paris, e o reconhecimento foi quase imediato, fazendo soprar um vento de renovação, adaptado às novas exigências das elegantes em viagem, após anos de um monopólio quase absoluto de Dior e seu New Look. Muitas das criações de Givenchy eram feitas com tecido de camisaria. Em sua primeira coleção apresentou a blusa Bettina, uma homenagem à modelo Bettina Graziani, nome da sua principal modelo e também relações públicas da marca, e que foi uma de suas criações de maior sucesso. A blusa tinha a gola larga e aberta, e mangas que terminavam em babados de bordado inglês. Com este sucesso, a fama de Givenchy se consolidou. No ano seguinte abriu lojas em Buenos Aires, Roma e Zurique. Suas criações eram luxuosas e com estilo, com nítida influência do estilista espanhol Cristóbal Balenciaga, e Givenchy jamais negou que o trabalho de Balenciaga o inspirava. Balenciaga e Givenchy se conheceram em 1953 e foram amigos até a morte do estilista espanhol, em 1972.
Durante os anos 50, ele criou vários modelos de vestidos “chemisier”, na forma saco, largos na parte superior e afunilando-se em direção à bainha. Também fez muito sucesso com a criação de peças independentes e coordenáveis - pois, até então, blusas e saias (ou calças) só podiam ser usadas como um conjunto - e com as suas famosas blusas de tecidos de camisas. Givenchy foi o primeiro estilista de alta-costura a apresentar uma coleção de prêt-à-porter feminino, intitulada “Givenchy Université”, em 1954. Em 1957, lançou o seu primeiro perfume feminino, chamado Le De. Originalmente vendido a poucos seletos clientes e amigos pessoais, atualmente ele só é encontrado em Paris, nas galerias Lafayette e Printemps, na Saks, em Nova York e na Harrods e Selfridges, em Londres. Ainda neste ano, criou o perfume L'Interdit, em homenagem a Audrey Hepburn; em 1959 o Monsieur Givenchy, seu primeiro perfume masculino; e, em 1973, entrou para o mundo da moda masculina, com o lançamento da linha “Gentleman Givenchy”. Ainda nesta década a grife iniciou uma enorme diversificação de produto com o lançamento de uma coleção de óculos, móveis, toalhas de mesa, sapatos e jóias. Marcou a década de 80 com a utilização de tecidos com estampas inspiradas em artistas como Miró, Matisse e Bérard.Apesar do sucesso e do glamour da marca, a Maison se encontrava com sérios problemas financeiros, o que culminou com sua venda, em 1988, para a Louis Vuitton. A coleção de perfumes já havia sido vendida para a Veuve Clicquot em 1981, que depois seria comprada pela LV e formaria o poderoso grupo LVHM, atual proprietário da GIVENCHY. O estilista francês se despediu das passarelas em 11 de julho de 1995 com um desfile para poucos, sob os aplausos de toda sua equipe e dos mais importantes estilistas do mundo sentados na primeira fila. Foram convidados apenas amigos pessoais, estilistas e principais clientes. A aposentadoria de Monsieur Hubert abriu caminho para uma total reformulação da GIVENCHY, com a contratação de John Galliano, depois Alexander McQueen e, por último, Julien MacDonald - três jovens, britânicos, teatrais e nada convencionais. Galliano teve uma passagem rápida em 1996 e logo foi para a Dior, cedendo espaço para o recém-descoberto talento de McQueen, eleito na mesma época o melhor estilista do ano pelo Conselho Britânico de Moda, tornando-se o “queridinho” da mídia especializada. Em março de 2001, MacDonald fez sua elogiada estréia, com uma coleção que fundiu harmoniosamente a jovialidade e a extravagância de seus dois predecessores com a feminilidade e a sofisticação de Hubert de Givenchy.
Em março de 2008 a marca inaugurou sua nova loja-conceito na Faubourg Saint-Honoré, ou seja, na rua mais chique de Paris, apresenta o novo espírito da marca que equilibra espaço e privacidade. Os especialistas acreditam que a nova loja pode render cerca de 6 milhões de euros durante o primeiro ano. Tudo em um momento que a GIVENCHY está comemorando o retorno à lucratividade e o aumento das vendas.
domingo
Lacoste Distribuindo Amostras Grátis
Chanel n° 5, Uma Lenda do Século XX

segunda-feira
BVLGARI - A Marca do Estilo e Bom Gosto Italiano

terça-feira
Anaïs Anaïs de Cacharel - Um Sucesso de Muitas Gerações

perfeitamente cortadas? Foi em 1970 que lançou o algodão Liberty num esvoaçar de vestidos floridos e românticos. Assim, para dar a réplica perfumada às roupas de tecidos leves, decidiu lançar, em 1978, uma fragrância em perfeita harmonia de ternura e de emoção. A idéia-base era obter um perfume que, além de doce e floral, fosse também inovador: foi uma flor branca que se impôs: o lírio, que exalta simultaneamente uma frescura verde, mas também uma certa volúpia. Para este perfume, foi escolhido um nome de mulher, inspirado em Anaites, deusa do Amor na Pérsia da Antiguidade. Construído ao redor do lírio, Anaïs Anaïs -cujo nome, duas vezes pronunciado, volta como um eco - é um perfume que renova a imagem da feminilidade, da pureza.segunda-feira
Estilistas Fora de Moda
"A moda sai de moda, o estilo jamais" Coco ChanelA marca de Ungaro, contudo, teve sucesso. Tanto é que foi vendida, em 2005, para o investidor paquistanês radicado nos EUA Asim Abdullah por 70 milhões de euros. Hoje, ela não é nem a sombra do que foi no passado. As roupas não são mais de alta-costura e as novas peças são voltadas ao mercado de prêt-à-porter. O último desfile da grife, aliás, deixou isso bem claro. Os executivos da empresa contrataram a atriz americana Lindsay Lohan, de 23 anos, mais conhecida por escândalos envolvendo bebedeiras e drogas, para atuar como conselheira da marca, ao lado de Estrella Archs, a estilista da grife. A coleção foi um desastre de crítica, Ungaro detestou e atacou publicamente as roupas que levavam o seu nome. Resultado: o CEO da empresa, Mounir Moufarrige, se demitiu. As vendas, porém, foram boas e Lindsay continua na marca no ano que vem. Essa é uma lógica difícil de aceitar para os tradicionalistas. O francês Christian Lacroix, por exemplo, levou sua grife por 22 anos sem que ela tenha dado lucro até decretar falência. Agora, venderá só perfumes e acessórios – produtos que garantem mais receitas.
quinta-feira
Perfumes da coleção Monsieur Dior estão repaginados
Revista Marie Claire - Por Fernanda Allegrettiterça-feira
Cheirinho de Maçã na Perfumaria

domingo
Giga Imports - Perfumes - 08/05/2009
Vídeo com produtos a venda na Giga Imports em 08/05/2009.
Acesse o site e confira, www.gigaimports.com
Chanel - O Mito

-
A história
A estilista francesa, que se tornou símbolo de uma revolução nos costumes e na postura da mulher no cenário social, adquiriu a elegância e simplicidade como formas de sobrevivência. Mitômana, nunca quis admitir sua origem pobre. Foi apenas após a sua morte, em 1971, que os reais fatos de sua infância ficaram conhecidos do público.
Em 1913 (antes da 1ª Guerra Mundial) abre, simultaneamente, duas boutiques de moda, em Deauville (um dos elegantes centros da França na época) e em Paris.
Recentemente, em 2004, foi lançada a nova campanha do perfume estrelada pela atriz Nicole Kidman, o novo rosto do Chanel nº 5 para encarnar a elegância e modernidade do produto. A campanha contou ainda com um mini filme de 2 minutos dirigidos pelo renomado Baz Luhrmann, de “Moulin Rouge”, que contava com Nicole Kidman e o brasileiro Rodrigo Santoro. O filme, orçado em US$ 20 milhões, conta a história de uma atriz que foge de fotógrafos em uma première e termina nos braços de um estranho escritor. Tudo embalado ao som da Orquestra Sinfônica de Sydney, que toca uma versão de “Clair De Lune” do compositor Claude Debussy.
Azzaro - Luxo Discreto

-
Os perfumes

